TRABALHO DE FARMÁCIA

 

1-           Atuação do farmacêutico na Farmácia Magistral

 

A farmácia magistral é um estabelecimento que manipula fórmulas na dosagem adequada para cada acontecimento clínico, consentindo a diversas especialidades. A manipulação dos medicamentos versa na ação de manufaturar de maneiras individualizadas formas farmacêuticas, preparadas de acordo com as necessidades. Sendo estão, uma das capitais conveniências da manipulações dos medicamentos, os tratamentos personalizados. 

O Farmacêutico Magistral é responsável pela implementação de sistemas de qualidade adequados para os cumprimentos das determinadas leis vigentes. Ele  deve aferir as devidas prescrições, supervisionar  os processos de manipulações, qualificar os diversos fornecedores, notificar os estudos de farmacovigilância, promoção das inerentes atividades de treinamentos operacionais, execução de inspeções cíclicas, controle de todas documentações e a atenção farmacêutica, para a garantia das qualidades dos medicamentos manipulados.

 

2 - O papel do farmacêutico na farmácia de manipulação e na indústria

 

A Farmácia da Manipulação é onde são brotados os medicamentos e cosméticos conforme as necessidades dos diversos pacientes. Os processos de manipulações são feitos de maneiras individualizadas e personalizadas, adotando as receitas emitidas pelos profissionais que sejam devidamente capacitados.

Os laboratórios de manipulação estabelecem muitas recomendações para garantir as qualidades dos produtos e segurança dos pacientes. Desta maneira, os espaços físicos das farmácias de manipulação são divididos em setores separados. A capital função dos farmacêuticos são as manipulações de medicamentos, entretanto essas manipulações são de grande importância pelo fato de serem tratamentos individualizados para os diversos tipos de pacientes.

 

3 - Responsabilidade técnica em drogarias e farmácia de manipulação

 

A Lei 5.99173, que aborda o controle do comércio de drogas, dos medicamentos e de outros insumos farmacêuticos. Os profissionais que assumem as responsabilidades técnicas por farmácias devem sempre se aterem aos detalhes descritos nessa Norma Legal.

Uma das tarefas dos responsáveis técnicos pelas farmácias é a análise e a qualificação de fornecedores de insumos ou fabricantes de itens usados pelas farmácias magistrais, a exemplo do excipiente farmacêutico. Os profissionais  farmacêuticos devem assegurar as aquisições e os armazenamentos desses diversos materiais. Afora isso, também são responsáveis por fiscalizarem os processos das preparações, dispensações e avaliações finais.

 

4 - Desenvolvimento de fármacos

 

Todo medicamento que vão ser distribuídos nos mercados passam por diversas etapas nas inerentes pesquisas e nos devidos testes até serem aprovados. No Brasil, essa aprovação é da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

Os múltiplos processos de regulamentações dos medicamentos são longos, rigorosos e custam bastante caro para as indústrias farmacêuticas. Eles devem cumprir diversas fases, desde as que precedem seus diversos usos pelos humanos até os devidos acompanhamentos após serem lançados os medicamentos, que comprovem que aquele produto não incorrerá em reações prejudiciais à vida das pessoas.).

 

5 - Boas práticas de manipulação

 

É o contíguo das diversas operações e muitos procedimentos que são realizados com as devidas condições de qualidades e rastreabilidades de todos os processos que decompõe os insumos em determinados produtos magistrais, para as dispensações diretas aos usuários, com inerentes orientações para seus usos seguros e racionais.

Preparação: São os devidos procedimentos para as obtenção dos produtos manipulados, compreendendo as avaliações farmacêuticas das prescrições, as manipulações e os fracionamentos das diversas substâncias ou dos muitos produtos industrializados, os envases, as rotulagens e conservações das preparações.

Preparação magistral: São aquelas preparadas nas farmácias, a partir de das prescrições de profissionais habilitados, destinadas a pacientes individualizados, e que estabeleçam em detalhes suas composições, formas farmacêuticas, posologias e modo de usarem devidamente.

 

6 - Técnicas de manipulação de embriões

 

No ano de 1998, as iniciais linhagens das conhecidas como sendo as células-tronco embrionárias humanas foram constituídas. No ano de 1999, foi evidenciado que células-tronco de tecidos adultos mantiveram  as suas capacidades de diferenciações em vários tipos de tecidos, fazendo  consagrada Revista Science, confirmasse que as células-tronco eram o avanço científico daquele ano.

Devido as suas capacidades de auto renovações e de darem origens a muitas células especializadas, as conhecidas células-tronco tem sido bastante pesquisada para se vencer paradigmas que evitam os seus  usos para os combates de muitas enfermidades de difícil cura para a medicina. Entre esses paradigmas, está a condição ética, que traz muitas interrogações contendo difíceis respostas. Os conhecimentos básicos dos farmacêuticos são de fundamentais seriedades para as equipes multidisciplinares, afora que estes profissionais são os mais preparados para as manipulações celulares.

 

7 - Formas farmacêuticas homeopáticas de uso externo

 

As apresentações farmacêuticas para os devidos usos externos podem ser:

·  As líquidas: linimentos, preparações nasais, preparações oftálmicas e otológicas;

·  As sólidas: apósitos medicinais, pós medicinais, supositórios e óvulo;

·  As semissólidas: cremes, géis, géis-cremes e pomadas

 

8 - Aspectos biofarmacêuticos e biotecnológicos de novos medicamentos

Os biofármacos são medicamentos produzidos através das biossínteses nas diversas células vivas, assim sendo, os princípios ativos das produções dos compostos químicos são os seres vivos com grandes atividades biológicas.

Os biofármacos presentemente concebem muitas revoluções nos tratamentos de enfermidades e ficam sendo disponíveis como os hormônios do crescimento, a insulina, as citocinas, os anticorpos monoclonais, e demais. Eles são bastante usados para os muitos tratamentos ou prevenções de enfermidades como o Mal de Alzheimer, as enfermidades autoimunes, o câncer, as diabetes, a hepatite e demais.

O nosso país, apesar dos potenciais, ainda precisa de muitos investimentos nas múltiplas biotecnologias para alavancar as inovações e pesquisas farmacêuticas.

 

9 - Conservantes e antioxidantes na produção e na estabilidade de medicamentos

 

A parte mais importante de um fármaco, no seu volume total, é constituída pelos seus conhecidos como sendo os excipientes, com muitas funções extraordinárias para as garantias das doses, as estabilidades e biodisponibilidades dos princípios ativos. As inerentes substâncias utilizadas para serem excipientes devem proporcionar características ordenadas para suas funções, mas, de todo modo como incide com quaisquer substâncias administradas aos seres humanos, devem também corresponder aos requisitos das seguranças exigidas. Desta forma especialmente no passado, a gravidade de avaliações dos possíveis efeitos adversos dos excipientes foi bastante subestimada, devido as suas inércias e inocuidades. Os excipientes são compreendidos nos medicamentos para auxiliarem as produções deles, as administrações aos adoentados ou as suas devidas absorções dos princípios ativos. Os excipientes não são impecavelmente puros, pelo que é imperativo entender os contextos das suas origens e produções, de maneira que se possa fazer as identificações das possíveis interações entre os princípios ativos e as suas identificadas como sendo as impurezas.

 

10 -  Excipientes e adjuvantes na produção de medicamentos

 

Os excipientes são os componentes empregados para conseguir as maneiras farmacêuticas desejadas (as cápsulas, os comprimidos, as soluções e demais.), promovendo a sua constituição e amparo. Os tipos de excipientes mais habituais na indústria farmacêutica são os:

Aglutinantes: que permitem que os comprimidos estejam unidos e com formas e utilizam os amidos, os açucares e as celuloses.

Diluentes: são os que preenchem os conteúdos dos comprimidos ou cápsulas, são preenchidas com as celulose vegetal ou o fosfato de cálcio dibásico, nas cápsulas moles usa-se flor de cártamo.

Desintegradores: se expandem e dissolvem quando entram em contato com a água.

Lubrificantes: evitam que os ingredientes se agrupem em forma de grãos ou fiquem colados quando estão sendo fabricados, temos o talco ou a silica e os óleos esteróides.

Recobridores: São aqueles que protegem os ingredientes dos comprimidos dos efeitos de ar, da umidade, fazendo com que o comprimido seja mais fácil de digerir.

Adoçantes: Devem ser os produzem sabores mais agradáveis aos comprimidos.

Os adjuvantes são as substâncias (farmacológicas e/ou imunológicas) que alteram os efeitos de demais substâncias ou medicamentos. Podem ser acrescentados adjuvantes imunológicos às vacinas para acrescentar  melhor a resposta imunitária

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